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Uma Jovem Católica

Sou uma jovem católica portuguesa.Neste blog partilho a minha caminhada em busca da santidade, da fé, da misericórdia, da caridade, do amor a Deus e ao próximo.Espero que ele vos possa ajudar a encontrar a Alegria do Evangelho!

Uma Jovem Católica

Sou uma jovem católica portuguesa.Neste blog partilho a minha caminhada em busca da santidade, da fé, da misericórdia, da caridade, do amor a Deus e ao próximo.Espero que ele vos possa ajudar a encontrar a Alegria do Evangelho!

A minha primeira Quaresma

Pois é, hoje começa a minha primeira (verdadeira) Quaresma. (Será também a minha primeira missa da Quarta-feira de Cinzas)

É com toda a sinceridade que vos digo que não me lembro de nada que tenha feito nas Quaresmas que supostamente vivi enquanto era mais nova. O ano passado, voltei para a Igreja Católica após a Páscoa, e apesar de ter lido acerca da Quaresma pela primeira vez (no blog da Família Power), não cheguei a fazer nada de muito especial - basicamente, só deixei de comer carne à 6ªfeira! (ah, e lia o blog da Teresa ....)

 

Assim, esta Quaresma será muito especial para mim. Vai ser a primeira que vou viver verdadeiramente!! :)

De certa forma, para mim a Quaresma começou em Janeiro, depois de ter tido aqueles dias difíceis no início do ano, recomeçando a minha caminhada com o Senhor. Assim, desde essa altura que comecei a (tentar) praticar um maior autocontrolo e autodisciplina sobre mim (afinal, estava em exames da faculdade, e não podia fazer o que me apetecia!). Comecei com as acções que fazia/não fazia (e resultou! Boa!) e depois, quando comecei acabei os exames, passei para as palavras que dizia/não dizia (o que tem sido muito mais difícil!).

 

Quaresma2.pngNa minha pesquisa pela internet acerca da Quaresma, encontrei muitos textos que referiam a necessidade de não pensarmos que a Quaresma é sinónimo de sofrimento. De facto, penso que todos concordarão que já existe sofrimento mais que suficiente no mundo, e que todos temos de episodicamente lidar com ele nas nossas vidas. Eu não gostava nada de aumentar o sofrimento na minha vida nem das pessoas que vivem comigo!

E a verdade é que, nem Deus quer! Deus não quer que nós soframos! Foi por essa mesma razão que Ele nos enviou o Seu Filho Primogénito! Mas se tivermos que lidar com o sofrimento, pelo menos que aprendamos a fazê-lo de modo a que ele nos torne melhores pessoas. Deus não quer o nosso sofrimento, Ele quer a nossa santidade!

Assim, se eu conseguir ter autodisciplina e autocontrolo sob vários aspectos na minha vida, conseguirei que o meu coração e a minha mente se foquem apenas em Deus e nas pessoas ao meu redor (a quem posso e devo ajudar). A Quaresma torna-se assim numa altura de renovação. E eu estou mesmo a precisar disso!

 

Ainda na minha pesquisa pela internet, descobri também vários textos que realçavam que a Quaresma não é uma competição! (que é uma grande fraqueza do ser humano, na minha opinião – tornar tudo numa competição!)

A Quaresma não é uma competição entre mim e outra pessoa, a fazer quem consegue abdicar de mais coisas! Nem é uma competição entre mim e o meu eu. Porque se fizermos tal coisa, perderemos o nosso foco. Vejam, se eu me concentrar na competição que sinto que tenho de realizar com o meu vizinho, na tentativa de fazer mais coisas que ele, o meu foco estará no meu ego, no meu orgulho, na minha glória, e não em Deus e na Sua glória. Dessa forma, não estarei a preparar-me para receber Cristo Ressuscitado.

 

Um belíssima forma de nos prepararmos para O receber será com toda a certeza no Retiro Quaresmal das Famílias de Caná. Acreditem que será a melhor prenda do Dia da Mulher que poderão oferecer-se a si próprias e às vossas famílias. Ninguém vem de lá a mesma pessoa, nem a mesma família! Tenham a coragem de receber Jesus nas vossas casas e nas vossas vidas. Venham! :)

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Pretendo fazer com que, no final desta Quaresma, surja uma melhor versão de mim mesma, mais santa e mais íntima de Deus! Quem está comigo? :)

 

"Como posso retribuir ao Senhor toda a sua bondade para comigo?
Erguerei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor.
Cumprirei para com o Senhor os meus votos, na presença de todo o seu povo.
Senhor, sou teu servo, Sim, sou teu servo, filho da tua serva; Tu livraste-me das minhas correntes.
Oferecerei a ti um sacrifício de gratidão e invocarei o nome do Senhor.
Cumprirei para com o Senhor os meus votos, na presença de todo o seu povo,
nos pátios da casa do Senhor, no seu interior, ó Jerusalém!

Aleluia!" Salmos 116:12-19"

A grande asneirada

O início do ano de 2015 podia ter sido (bem) melhor do que acabou por ser....

 

O ano começou com uma morte inesperada na família da mãe, com o falecimento da minha última tia-avó. Esta senhora passou por várias doenças terríveis ao longo dos anos, mas parecia que tinha finalmente melhorado nos últimos meses.

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Quando a vimos pela última vez no verão (a família da mãe é de Lamego, ou seja, a 5 horas de viagem daqui....) tinha-nos parecido mais "rija" que nunca! Assim, apanhou-nos a todos de surpresa... Infelizmente, nenhum de nós pode estar presente no velório, eu tinha 2 exames nesse dia e a mãe não conseguiu dispensa do trabalho. Esta senhora era a última irmã do meu muito amado avô materno, que celebrou o seu primeiro aniversário da partida para a casa do Pai no passado dia 1 de Fevereiro....

 

Simultaneamente a esta situação, eu sentia-me tão assoberbada e sobrecarregada pelos exames da faculdade que, por diversos dias, deixei que as minhas prioridades (erradamente) mudassem. Coloquei a faculdade e o estudo acima de Deus e das Suas obras. Deixei de ir à catequese, depois à missa, e no fim já nem rezava sequer!

Foram dias difíceis e muito negros. Por dias voltei a olhar para o caminho mundano que durante tantos meses me andava a esforçar por deixar de todo para trás. Deixei que o mundo me tentasse e não lhe coloquei nenhuma resistência. Foram dias muito tristes...

 

Como eu me sentia naqueles primeiros dias de Janeiro - seca, miserável e destruída (foto minha)

 

Num desses dias, recebo inesperadamente um email duma queridíssima família de Caná, a família da Olivia! Um simples email, desejando força e fé nos exames …. oh, eu desatei num autêntico pranto!!!

Que pessoa mais imerecida era eu para eles se lembrarem de mim! Que pessoa mais pecadora, hipócrita e egoísta! Tanta bondade, tanto carinho, tanta caridade, tanto amor era completamente imerecido da minha parte!!

 

Depois pensei, “Mas será que o Senhor me aceita de volta?....”

 

Lá eu comecei o meu caminho de volta para a casa do Senhor, de gatas e a rastejar, imunda e ferida, bem devagarinho pelo peso do meu pecado …

 

Dois dias depois, recebo OUTRO email de outra família de Caná, a família Power!!! OUTRO email simples para desejar concentração e esperança nos exames…. e adivinhem só …. desatei novamente num pranto!!!

Eu não mereço nada disto! Senhor, por favor, dê isto a outra pessoa, porque eu não o mereço nem um bocadinho!! Tem a certeza que me aceita de volta?”

 

É simplesmente incrível como, ainda no meio das nossas (minha neste caso) grandes asneiradas, o Senhor nos ama e como Ele nos ama! É indiscritível, é inacreditável, é inimaginável! É impossível! Como?? Como??Como pode um amor ser assim TÃO grande? Como pode existir um amor ilimitado, incondicional, INFINITO?Como é possível que o Senhor Se tenha lembrado no mim, como se fosse a Sua única filha, e Se tenha dado ao trabalho de mo dizer tão explicitamente?!

 

Perdão, oh perdão meu bom Deus!

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Muito semelhante ao meu estado naqueles dias - Imagem retirada do Pinterest.

 

Como se isto não fosse suficiente, Deus decidiu enviar-me um TERCEIRO email. Desta vez, contudo, não duma família de Caná, mas duma colega de profissão! Imaginem! Uma colega estudante de Medicina em Coimbra enviou-me um (maravilhoso) email a agradecer a iniciativa do meu blog, felicíssima, dizia ela, por ter encontrado outra futura médica católica!

(E é com alegria que partilho com vocês que desse email inicial resultou numa série de trocas de emails, ideias, milagres e desabafos, como eu há muito não tinha!! :) )

 

Acreditem, nesta altura eu só chorava e já não dizia nada. Se calhar lá balbuciei “PRONTO, eu rendo-me!!!!”  

 

Tenho um grande agradecimento a fazer às famílias de Caná, por permitirem que o Senhor vos use diariamente como Seus instrumentos, para realizar as Suas obras e os Seus desejos. Que humildade vossa! Que generosidade! Abençoados sejam, para sempre!!

 

Dias depois um autêntico milagre acontece! Conto-vos acerca dele amanhã ;)

 

"Bendiz, ó minha alma, o Senhor!

Senhor, meu Deus, Vós sois imensamente grande! Ao Senhor, glória eterna!

Enquanto viver, cantarei à glória do Senhor, cantarei ao meu Deus enquanto existir.

Possam as minhas palavras Lhe serem agradáveis! A minha única alegria encontra-se no Senhor.

Bendiz, ó minha alma, o Senhor! Aleluia!"

Salmo 103

A Fuga à Dor e ao Sofrimento

Em Medicina, um dos sintomas cardinais, ou seja, mais importantes, é a dor. É, aliás, o primeiro sintoma que aprendemos a caracterizar, a esmiuçar, a procurar e a desenvolver. A intensidade dessa dor permite-nos logo excluir e diagnosticar várias patologias, que de seguida devemos explorar melhor.

 

Este ano, no meu primeiro ano clínico (com contacto directo e diário com doentes), tenho aulas com médicos mais velhos, que se formaram numa altura em que quase não existia qualquer método auxiliar de diagnóstico. Os diagnósticos eram assim feitos baseando-se só nos sintomas que o doente nos dava e nos sinais que encontrávamos ao realizar o exame objectivo. 

 

Um dia destes, o meu tutor falou-nos da dificuldade que existe hoje em dia na avaliação da dor. Isto porque, hoje, quando uma pessoa tem a mais pequena dor, vai logo tomar um analgésico. Ou dois. Ou três. Ou mais.

Hoje é raro um doente vir à urgência por dor e não ter tomado antes em casa vários analgésicos. Assim, ao perguntarmos o nível da sua dor, a resposta já não será verdadeira. E é assim que muitas doenças graves não são logo identificadas. 

 

Outra coisa que se verifica também é o aumento generalizado dos níveis de dor dos pacientes. Explicando-vos melhor: em medicina usa-se diversas escalas para quantificar a dor dos doentes. A mais usada, considera como zero (0) ausência de dor e como dez (10) a pior dor que o doente alguma vez sentiu.

O que se tem verificado é que hoje a maioria dos doentes refere tudo como tendo uma intensidade de 10/10. Eu acredito que eles estejam a falar a verdade e que aquela seja mesmo a pior dor que alguma vez sentiram. Mas a verdade está adulterada, pelo facto de hoje em dia já ninguém suportar os níveis de dor, que até há pouco tempo seriam perfeitamente aceitáveis. Estão a perceber?

 

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Imagem retirada do Pinterest

 

Eu penso que esta fuga, às vezes desenfreada, à dor se reflecte também noutras áreas da vida das pessoas.

Parece-me que hoje todos tentamos fugir de tudo o que nos magoe de alguma forma.

Fugimos das situações que não gostamos e onde nos sentimos desconfortáveis. Fugimos dos nossos sentimentos e impedimo-nos de sentir o que for pelo próximo. Fugimos de conversas, com medo da discussão. Fugimos do outro, com medo da sua opinião e do que possa achar de nós. Fugimos das relações, porque no passado algo correu mal e é provável que nos magoemos no futuro. Fugimos da dor física, da dor psicológica e da dor espiritual. Fugimos. Fugimos. Fugimos

 

E assim, desistimos de lutar, porque achamos que não vale a pena. Desistimos de lutar pelos nossos princípios, valores e tradições, porque já ninguém o faz. Desistimos de lutar por o que está certo, porque isso daria imenso trabalho. Desistimos de lutar pela vida, porque a morte é tão mais fácil. Desistimos de lutar pela nossa família, porque o mundo diz que o melhor são os amigos. Desistimos de lutar pelas relações, por medo do exemplos alheios. Desistimos de amar, de viver pelos outros, de ser felizes. Desistimos e baixamos os braços.

 

Desistimos, pensando que é o mais fácil e que nos iremos sentir melhor. Mas na verdade ainda nos sentimos pior. Desistimos. E partimos para outra. Porque é isso que o nosso mundo hoje nos diz para fazer.

 

Temos tanto medo da dor. E por isso fugimos dela em todas as circunstâncias da nossa vida.

 

Uma particularidade que encontro nas vidas de todos os santos é a quantidade de dor. Reparem que todos os santos sentiram dor. A dor fisica nos martírios, a dor psicológica nas perseguições e a dor espiritual pelo sofrimento existente no mundo. Os santos compreenderam que tinham de a aceitar, para a poderem combater de frente. Todos tiveram duvidas, todos tiveram medo. Mas escolheram confiar em Deus e nas Suas promessas.

 

andar sobre a água.jpg

Imagem retirada do Pinterest

 

Uma vez li que a frase "Não tenhas medo" está escrita exactamente 365 vezes na Bíblia. Reparem, 365 vezes. TODOS os dias do ano Deus relembra-nos para não termos medo. Ele prometeu que estaria sempre connosco até ao fim dos tempos. 

 

"Enquanto viveres, ninguém te poderá resistir;

estarei contigo como estive com Moisés;

não te deixarei nem te abandonarei.

Isto é uma ordem: sê firme e corajoso.

Não te atemorizes, não tenhas medo,

porque o Senhor está contigo em qualquer parte para onde fores."

Josué 1:5,9

 

O caminho da santificação é doloroso. Se queremos ser santos, como tantos antes de nós, temos de estar dispostos a sofrer. Jesus não nos prometeu que viria para retirar as nossas dores. Aliás Jesus disse-nos para cada um pegar na sua cruz e segui-Lo.

 

"Jesus disse aos seus discípulos: Se alguém quiser vir Comigo,

renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.

Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á;

mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por Minha causa, encontrá-la-á."

Mateus 16:24,25

 

Mas não desanimem. Não fujam, como o resto do mundo. Deus, na sua misericórdia, dar-nos-á a recompensa divina. Não procuremos substitutos dela aqui na terra. Busquemos sim a recompensa eterna e celeste.

Tenham fé e acreditem nas promessas de Deus como Maria.

 

"Então disse Maria: «Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a Tua palavra»."

Lucas 1:38

 

"«Bem-aventurada é aquela que acreditou que o Senhor cumprirá tudo quanto lhe foi revelado!»"

Lucas 1:45

 

 

Sobre mim - a minha história (parte 1)

Olá :)

Sejam muito bem-vindos!

 

Eu chamo-me Marisa, tenho 21 anos, sou católica e estudante de Medicina em Lisboa.

 

Gostava de vos contar um pouco da minha história:

Eu pertenço a uma família tipicamente portuguesa, os "católicos não-praticantes": aparecem na igreja nos baptizados, nos casamentos e nos funerais. E pronto! está óptimo, já chega!

Sou filha única, mas fomos sempre 5 cá em casa: eu, a mãe, o pai, a avó e o avô paternos. E sempre fomos muito felizes. Com 9 anos entrei para a catequese, por iniciativa própria. Tenho memórias muito felizes desse tempo. A minha primeira comunhão. A minha profissão de Fé. Penso que cheguei ao 7/8º volume. 

 

Por volta dos meus 14 anos, a mãe teve cancro da mama. Foi uma situação muito complicada para a nossa família, com muitas incertezas, muitas dúvidas, e muitos medos. Simultaneamente, eu estava a passar por uma fase de adolescência muito difícil, com muita rebeldia e agressividade. Simultaneamente, comecei a namorar com um rapaz, contra a vontade da minha família. Simultaneamente, a doença psiquiátrica do meu pai agravou-se bastante. Simultaneamente, houve incertezas profissionais e económicas na família. Simultaneamente, o nosso mundo, então perfeito, parecia estar a desmoronar-se...

Nessa altura, uma vazio muito grande, um sombra muito negra, um autêntico deserto sem fim, criou-se no meu coração.

E eu revoltei-me contra Deus. Como era possível que Ele tivesse deixado acontecer algo assim à nossa família??!!

Afastei-me de Deus de todas as maneiras que encontrei. Destrui tudo o que tinha relacionado com Ele. Alterei radicalmente a forma como via o mundo. Fugi desesperadamente de tudo o que Lhe dizia respeito.

Oh, as heresias que cometi! Quis ser igual ao mundo: imitei as suas acções, os seus gostos, os seus interesses. Depois quis ser diferente dele, e envolvi-me em outras culturas, em seitas, em outras religiões. Envolvi-me na religião Wicca, estudei Budismo e Hinduísmo, fiz Yoga durante muito tempo.... Experimentei tudo, numa busca desenfreada de algo que preenchesse o vazio que sentia...

 

Entretanto, cheguei aos 18 anos. E a minha vida voltou a mudar.

Na semana em que fiz 18 anos, o meu então namorado terminou a relação que mantínhamos há 4 anos. Simultaneamente, perdi várias amizades. Simultaneamente, os avós adoeceram e foram hospitalizados. Simultaneamente, o pai teve a sua pior crise até hoje, tendo sido também hospitalizado. Simultaneamente, saí da minha tão amada escola secundária, onde estava há tantos anos e onde era tão feliz, e fui para a faculdade de medicina, tão difícil e trabalhosa, completamente sozinha. Simultaneamente, parecia que o meu mundo ia voltar a desabar...

 

Então, um dia lembrei-me. Do meu passado, de quem fui, como era a minha vida há tantos anos atrás, e o quanto era feliz. Nesse dia rezei muito a Deus, algo que durante tantos anos nunca fiz.

Então, todos voltaram do hospital para casa. 

Então, compreendi que aquela relação estava destinada a não ter futuro.

Então, conheci uma rapariga fantástica na faculdade, católica muito devota. Que, com muita insistência e com muita alegria, ajudou-me a reencontrar Deus.

Então, ganhei coragem para pedir perdão a Deus. E Ele aceitou-me de volta. De braços abertos!

Então, ficou tudo bem :)

 

"Mas Deus demonstra o seu amor para conosco, porque Cristo morreu por nós, quando ainda éramos pecadores." Romanos 5:8

 

 

A minha história (2014):

Parte 1    |     Parte 2     |    Parte 3

 

A minha vida actual (2017):

Sobre mim