Sou uma jovem esposa e mãe católica portuguesa. Neste blog partilho a minha caminhada em busca da santidade e o meu encontro com o amor misericordioso do Senhor. Espero que ele vos possa ajudar a encontrar a alegria do Evangelho!
Sou uma jovem esposa e mãe católica portuguesa. Neste blog partilho a minha caminhada em busca da santidade e o meu encontro com o amor misericordioso do Senhor. Espero que ele vos possa ajudar a encontrar a alegria do Evangelho!
Este ano, Deus lançou-nos o desafio de dar catequese, em casal, a um grupo de jovens da nossa paróquia, que se preparam para receber o Sacramento do Crisma. E tem sido cá um desafio!
Assim, temos criado ou adaptado alguns jogos e dinâmicas de catequese, mais direccionados para os jovens, que gostaria de partilhar convosco, aqui no blog, nos próximos tempos.
Hoje partilho um jogo que adaptei deste magnífico blog americano, com a temática da estrutura e livros da Bíblia (Cânone).
Guardar cada conjunto de livros num pequeno envelope. Ter cuidado para não baralhar os livros entre cada conjunto!
Durante o jogo/catequese:
Entregar a cada grupo (nós fizémos grupos de 2 elementos) uma cópia da estrutura da Bíblia por preencher + um envelope com os livros recortados.
O desafio será colocarem cada livro dentro da categoria certa!
Partilho também a nossa "cábula" desta catequese, que no fim da mesma partilhámos com o nosso grupo de jovens. Este documento foi redigido após a nossa pesquisa para esta catequese e serviu principalmente para nosso estudo (não falámos, nesta catequese, individualmente de cada livro da Bíblia).
Ao longo do desafio, fomos lendo o resumo/ideias-chave de cada categoria (Pentateuco, livros históricos, livros sapienciais, etc) e fomos dando algumas dicas para ajudar na resolução deste grande puzzle. No final, então, demos a lista completa dos livros da Bíblia!
Depois, se puderem, digam-nos se usaram este jogo e se vos foi útil!
À semelhança de anos anteriores, partilho convosco uma nova Caderneta de Cromos para a Santa Missa, para o ano pastoral 2025-2026 (ano litúrgico C e A). É uma Caderneta desenhada a pensar principalmente na Catequese, mas também pode ser usada em contexto familiar.
Como já tinha explicado antes, o conceito é muito simples: no início do ano, entrega-se uma caderneta em branco a cada menino da catequese, que depois irá receber um cromo por cada Missa a que assistir (podem combinar dar o cromo respectivo logo a seguir à Missa, se o catequista estiver presente, ou então na catequese seguinte). Se não vierem à Missa nesse fim-de-semana (ou Solenidade), não recebem o cromo respectivo e ficará esse espaço em branco na caderneta. Cada cromo tem uma imagem e um versículo relativo ao Evangelho proclamado nesse dia, para os ajudar a conhecer e memorizar as Escrituras, de coração. A Caderneta tem ainda várias imagens e frases para os meninos pintarem e a embelezarem ao seu gosto.
Além disso, a Caderneta deste ano tem uma novidade: 2 cromos para incentivar os meninos a irem à Confissão (ou, para os mais novos, a estarem presentes numa catequese relacionada com esse tema), um para ser distribuído durante o tempo de Advento e outro durante o tempo Quaresmal.
Todas as imagens utilizadas na caderneta são de utilização livre (retiradas do Pixabay). Da minha parte, como sempre, têm total liberdade para imprimir e partilhar esta caderneta no vosso grupo de catequese, pelas vossas paróquias, pelas vossas famílias, por onde quiserem.
Apenas vos peço que se lembrem de rezar uma Avé-Maria por mim e pela minha família como agradecimento!
Como fazer a Caderneta de Cromos da Santa Missa?
Fazer o download da Caderneta em branco (documento pdf).
Imprimir a Caderneta, idealmente em papel mais grosso e espesso (eu utilizei folhas de papel A4 com 160g), imprimindo sempre frente e verso!
Agrafar as 2 folhas, pelo meio, de forma a criar um pequeno livro (como se pode ver aqui). Ou seja, no final, a Caderneta será constituída por 2 folhas A4, num total de 8 páginas (incluindo a capa).
Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi baptizado por João no Jordão. Quando saía da água, viu serem rasgados os céus e o Espírito descer sobre Ele como uma pomba. E do céu veio uma voz: «Tu és o Meu Filho muito amado, em Ti pus todo o Meu agrado.»
Podem ver outros exemplos desta Caderneta de Cromos aqui:
À semelhança de anos anteriores, este ano voltei a fazer uma Caderneta de Cromos com as leituras do Evangelho de cada Domingo e Dia Santo, para o próximo ano pastoral 2024-2025 (transição entre o ano litúrgico B e C). É uma Caderneta desenhada a pensar principalmente na Catequese, mas também pode ser usada em família.
Como já tinha explicado antes, o conceito é muito simples: no início do ano, entrega-se uma caderneta em branco a cada menino da catequese, que depois irá receber um cromo por cada Missa a que assistir (podem combinar dar o cromo respectivo logo a seguir à Missa, se o catequista estiver presente, ou então na catequese seguinte). Se não vierem à Missa nesse fim-de-semana (ou Solenidade), não recebem o cromo respectivo e ficará esse espaço em branco na caderneta. Cada cromo tem uma imagem e um versículo relativo ao Evangelho proclamado nesse dia, para os ajudar a conhecer e memorizar as Escrituras, de coração. A Caderneta tem ainda várias imagens e frases para os meninos pintarem e a embelezarem ao seu gosto.
Todas as imagens utilizadas na caderneta são de utilização livre (retiradas do Pixabay). Da minha parte, como sempre, têm total liberdade para imprimir e partilhar esta caderneta no vosso grupo de catequese, pelas vossas paróquias, pelas vossas famílias, por onde quiserem.
Lembrem-se só de rezar uma Avé-Maria pela nossa família como agradecimento!
Como fazer a Caderneta de Cromos da Santa Missa?
Fazer o download da Caderneta em branco (documento pdf).
Imprimir a Caderneta, idealmente em papel mais grosso e espesso (eu utilizei folhas de papel A4 com 160g), imprimindo sempre frente e verso!
Agrafar as 2 folhas, pelo meio, de forma a criar um pequeno livro (como está mostrado aqui). Ou seja, no final, a Caderneta será constituída por 2 folhas A4, num total de 8 páginas (incluindo a capa).
«Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o Meu jugo é suave e o Meu fardo é leve.» (Mt 11, 28-30)
Podem ver outros exemplos desta Caderneta de Cromos aqui:
À semelhança dos anos anteriores, este ano voltei a fazer uma Caderneta de Cromos com as leituras do Evangelho de cada Domingo e Dia Santo, para o próximo ano pastoral 2023-2024 (transição entre o ano litúrgico A e B). É uma Caderneta desenhada a pensar principalmente na Catequese, mas também pode ser usada em família.
Como já tinha explicado antes, o conceito é muito simples: no início do ano, entrega-se uma caderneta em branco a cada menino da catequese, que depois irá receber um cromo por cada Missa a que assistir (podem combinar dar o cromo respectivo logo a seguir à Missa, se o catequista estiver presente, ou então na catequese seguinte). Se não vierem à Missa nesse fim-de-semana (ou Solenidade), não recebem o cromo respectivo e ficará esse espaço em branco na caderneta. Cada cromo tem uma imagem e um versículo relativo ao Evangelho proclamado nesse dia, para os ajudar a conhecer e memorizar as Escrituras, de coração. A Caderneta tem ainda várias imagens e frases para os meninos pintarem e a embelezarem ao seu gosto.
Todas as imagens utilizadas na caderneta são de utilização livre (retiradas do Pixabay). Da minha parte, como sempre, têm total liberdade para imprimir e partilhar esta caderneta no vosso grupo de catequese, pelas vossas paróquias, pelas vossas famílias, por onde quiserem. Lembrem-se só de rezar uma Avé-Maria pela minha família!
Como fazer a Caderneta de Cromos da Santa Missa?
Fazer o download da Caderneta em branco (documento pdf).
Imprimir a Caderneta, idealmente em papel mais grosso e espesso (eu utilizei folhas de papel A4 com 160g), imprimindo sempre frente e verso!
Agrafar as 2 folhas, pelo meio, de forma a criar um pequeno livro (como está mostrado aqui). Ou seja, no final, a Caderneta será constituída por 2 folhas A4, num total de 8 páginas (incluindo a capa).
“Foi-Me dado todo o poder no Céu e na Terra. Ide e fazei discípulos de todos os povos. Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos” (Mt 28, 18b-19. 20b)
Podem ver outros exemplos desta Caderneta de Cromos aqui:
EXCERTO: "A natureza íntima da Igreja exprime-se num tríplice dever: anúncio da Palavra de Deus (kerygma-martyria), celebração dos Sacramentos (leiturgia), serviço da caridade (diakonia). São deveres que se reclamam mutuamente, não podendo um ser separado dos outros. Para a Igreja, a caridade não é uma espécie de actividade de assistência social que se poderia mesmo deixar a outros, mas pertence à sua natureza, é expressão irrenunciável da sua própria essência."
Parte 7/10
EXCERTO: "O amor — caritas — será sempre necessário, mesmo na sociedade mais justa. Não há qualquer ordenamento estatal justo que possa tornar supérfluo o serviço do amor. Quem quer desfazer-se do amor, prepara-se para se desfazer do homem enquanto homem. Sempre haverá sofrimento que necessita de consolação e ajuda. Haverá sempre solidão. Existirão sempre também situações de necessidade material, para as quais é indispensável uma ajuda na linha de um amor concreto ao próximo. Um Estado, que queira prover a tudo e tudo açambarque, torna-se no fim de contas uma instância burocrática, que não pode assegurar o essencial de que o homem sofredor — todo o homem — tem necessidade: a amorosa dedicação pessoal. Não precisamos de um Estado que regule e domine tudo, mas de um Estado que generosamente reconheça e apoie, segundo o princípio de subsidiariedade, as iniciativas que nascem das diversas forças sociais e conjugam espontaneidade e proximidade aos homens carecidos de ajuda."
Parte 8/10
EXCERTO: "O tempo moderno, sobretudo a partir do Oitocentos, aparece dominado por diversas variantes duma filosofia do progresso, cuja forma mais radical é o marxismo. Uma parte da estratégia marxista é a teoria do empobrecimento: esta defende que, numa situação de poder injusto, quem ajuda o homem com iniciativas de caridade, coloca-se de facto ao serviço daquele sistema de injustiça, fazendo-o resultar, pelo menos até certo ponto, suportável. Deste modo fica refreado o potencial revolucionário e, consequentemente, bloqueada a reviravolta para um mundo melhor. Por isso, se contesta e ataca a caridade como sistema de conservação do status quo. Na realidade, esta é uma filosofia desumana."
Parte 9/10
EXCERTO: "Quem se acha em condições de ajudar há-de reconhecer que, precisamente deste modo, é ajudado ele próprio também; não é mérito seu nem título de glória o facto de poder ajudar. Esta tarefa é graça. Quanto mais alguém trabalhar pelos outros, tanto melhor compreenderá e assumirá como própria esta palavra de Cristo: «Somos servos inúteis» (Lc 17, 10). Na realidade, ele reconhece que age, não em virtude de uma superioridade ou uma maior eficiência pessoal, mas porque o Senhor lhe concedeu este dom. Às vezes, a excessiva vastidão das necessidades e as limitações do próprio agir poderão expô-lo à tentação do desânimo. Mas é precisamente então que lhe serve de ajuda saber que, em última instância, ele não passa de um instrumento nas mãos do Senhor; libertar-se-á assim da presunção de dever realizar, pessoalmente e sozinho, o necessário melhoramento do mundo. Com humildade, fará o que lhe for possível realizar e, com humildade, confiará o resto ao Senhor."
Parte 10/10
EXCERTO: "Maria é grande, precisamente porque não quer fazer-Se grande a Si mesma, mas engrandecer a Deus. Ela é humilde: não deseja ser mais nada senão a serva do Senhor (cf. Lc 1, 38.48). Sabe que contribui para a salvação do mundo, não realizando uma sua obra, mas apenas colocando-Se totalmente à disposição das iniciativas de Deus. É uma mulher de esperança: só porque crê nas promessas de Deus e espera a salvação de Israel, é que o Anjo pode vir ter com Ela e chamá-La para o serviço decisivo de tais promessas. É uma mulher de fé: «Feliz de Ti, que acreditaste», diz-lhe Isabel (cf. Lc 1, 45). O Magnificat — um retrato, por assim dizer, da sua alma — é inteiramente tecido com fios da Sagrada Escritura, com fios tirados da Palavra de Deus. Desta maneira se manifesta que Ela Se sente verdadeiramente em casa na Palavra de Deus, dela sai e a ela volta com naturalidade. Fala e pensa com a Palavra de Deus; esta torna-se palavra d'Ela, e a sua palavra nasce da Palavra de Deus. Além disso, fica assim patente que os seus pensamentos estão em sintonia com os de Deus, que o d'Ela é um querer juntamente com Deus. Vivendo intimamente permeada pela Palavra de Deus, Ela pôde tornar-Se mãe da Palavra encarnada. "
Hoje queria lançar-vos um convite: uma caminhada pela Bíblia ao ritmo duma verdadeira caravana.
Já estão abertas as inscrições no site das Famílias de Caná, para a 2ª edição do curso bíblico online "Caminho de Emaús". Serão 20 sessões, uma vez por semana, às quartas-feiras das 21h às 22h, via Zoom, a começar no dia 1 de Março de 2023 e com previsão de terminar em Julho de 2023. Iremos percorrer as Sagradas Escrituras duma ponta à outra, conhecendo cada vez mais e melhor esta história de amor de Deus com o Seu povo, com cada um de nós, com cada uma das nossas famílias. A Teresa Power falar-nos-á de 7 grandes temas presentes em toda a Bíblia: a Aliança, o Templo, o Cordeiro de Deus, o Pão da Vida e o Vinho da Salvação, o Matrimónio Espiritual, Maria, a Benção e a Maldição e, por fim, na Missa.
Só precisam duma Bíblia e dum coração sedento pelo Senhor! Encontramo-nos lá?
EXCERTO: "Dois dados resultam claramente desta rápida visão sobre a concepção do «eros» na história e na actualidade. O primeiro é que entre o amor e o Divino existe qualquer relação: o amor promete o infinito, a eternidade — uma realidade maior e totalmente diferente do dia-a-dia da nossa existência. E o segundo é que o caminho para tal meta não consiste em deixar-se simplesmente subjugar pelo instinto. São necessárias purificações e amadurecimentos, que passam também pela estrada da renúncia. Isto não é rejeição do «eros», não é o seu «envenenamento», mas a cura em ordem à sua verdadeira grandeza."
Parte 2/10
EXCERTO: "Faz parte da evolução do amor para níveis mais altos, para as suas íntimas purificações, que ele procure agora o carácter definitivo, e isto num duplo sentido: no sentido da exclusividade — «apenas esta única pessoa» — e no sentido de ser «para sempre». O amor compreende a totalidade da existência em toda a sua dimensão, inclusive a temporal. Nem poderia ser de outro modo, porque a sua promessa visa o definitivo: o amor visa a eternidade. Sim, o amor é «êxtase»; êxtase, não no sentido de um instante de inebriamento, mas como caminho, como êxodo permanente do eu fechado em si mesmo para a sua libertação no dom de si e, precisamente dessa forma, para o reencontro de si mesmo, mais ainda para a descoberta de Deus."
Parte 3/10
EXCERTO: "(...) O eros está de certo modo enraizado na própria natureza do homem; Adão anda à procura e «deixa o pai e a mãe» para encontrar a mulher; só no seu conjunto é que representam a totalidade humana, tornam-se «uma só carne». Não menos importante é o segundo aspecto: numa orientação baseada na criação, o eros impele o homem ao matrimónio, a uma ligação caracterizada pela unicidade e para sempre; deste modo, e somente assim, é que se realiza a sua finalidade íntima. À imagem do Deus monoteísta corresponde o matrimónio monogâmico. O matrimónio baseado num amor exclusivo e definitivo torna-se o ícone do relacionamento de Deus com o seu povo e, vice-versa, o modo de Deus amar torna-se a medida do amor humano."
Parte 4/10
EXCERTO: "Na liturgia da Igreja, na sua oração, na comunidade viva dos crentes, nós experimentamos o amor de Deus, sentimos a sua presença e aprendemos deste modo também a reconhecê-la na nossa vida quotidiana. Ele amou-nos primeiro, e continua a ser o primeiro a amar-nos; por isso, também nós podemos responder com o amor. Deus não nos ordena um sentimento que não possamos suscitar em nós próprios. Ele ama-nos, faz-nos ver e experimentar o seu amor, e desta «antecipação» de Deus pode, como resposta, despontar também em nós o amor. No desenrolar deste encontro, revela-se com clareza que o amor não é apenas um sentimento. Os sentimentos vão e vêm. O sentimento pode ser uma maravilhosa centelha inicial, mas não é a totalidade do amor. Ao início, falámos do processo das purificações e amadurecimentos, pelos quais o eros se torna plenamente ele mesmo, se torna amor no significado cabal da palavra. É próprio da maturidade do amor abranger todas as potencialidades do homem e incluir, por assim dizer, o homem na sua totalidade."
Parte 5/10
EXCERTO: "O Espírito é também força que transforma o coração da comunidade eclesial, para ser, no mundo, testemunha do amor do Pai, que quer fazer da humanidade uma única família, em seu Filho. Toda a actividade da Igreja é manifestação dum amor que procura o bem integral do homem: procura a sua evangelização por meio da Palavra e dos Sacramentos, empreendimento este muitas vezes heróico nas suas realizações históricas; e procura a sua promoção nos vários âmbitos da vida e da actividade humana. Portanto, é amor o serviço que a Igreja exerce para acorrer constantemente aos sofrimentos e às necessidades, mesmo materiais, dos homens."
Hoje, por sugestão duma grande amiga, quero partilhar convosco a origem dos presentes que a nossa família decidiu oferecer, a familiares e amigos, neste Natal. Todos os anos esforçamo-nos por comprar (ou fazer) presentes simples mas com significado, sem excessos ou exageros, como o Papa Francisco nos exortou neste último Tempo de Advento.
Assim, este ano, comprámos e oferecemos os nossos presentes de Natal através dos produtos de 3 lojinhas:
A loja ADORAMUS nasceu da vontade de partilhar e divulgar os diversos produtos, produzidos artesanalmente, em vários Conventos e Mosteiros espalhados de Norte a Sul do nosso país (cuja lista podem conhecer aqui). São produtos produzidos nas poucas horas dedicadas ao trabalho destas Comunidades maioritariamente dedicadas à oração e à contemplação. Das suas mãos, preservando e reinventando tradições monásticas de longa data, nascem doces, compotas e biscoitos, mel e chás, licores, sabonetes e batons, terços e rosários, obras de arte variadas ... enfim, uma diversidade de produtos únicos. Ao divulgarem estes produtos, esta loja pretende auxiliar estes Mosteiros e Conventos a subsistirem e a continuarem a sua principal missão: oração pelo Papa, pela Santa Igreja e por todo o mundo.
A ConceptioArt é uma loja criada pelas irmãs Concepcionistas Franciscanas de Viseu, uma Ordem fundada por Santa Beatriz da Silva, de carisma contemplativo e Mariano. Estas irmãs, que vivem em clausura, dedicam-se maioritariamente à oração e à Adoração Eucarística e, nos poucos tempos livres, produzem autênticas iguarias de trufas, bolos e diversos biscoitos, assim como alguns artigos religiosos como terços, bolsinhas e alfaias litúrgicas.
Por fim, apresento-vos a loja daquela que é possivelmente a Comunidade religiosa mais recente em Portugal (estabelecida apenas em 2021!), as Monjas Trapistas de Palaçoulo (Miranda do Douro). Pertencem à Ordem Cisterciense, regida pela regra de São Bento, vivendo uma vida de comunhão, silêncio, oração em comum, meditação da palavra de Deus e trabalho, produzindo diversas iguarias, como biscoitos, amêndoas e torrones, assim como alguns livros, terços e porta-chaves. Estas monjas encontram-se ainda a construir o seu (novo) Mosteiro, mas já este Verão conseguiram abrir as portas da sua Casa de Retiros, tanto para grupos como para jovens solteiras que pretendam explorar durante alguns dias esta vocação.
Não tirei nenhuma foto aos nossos presentes de Natal, mas tirei esta aos doces e compotas que oferecemos aos convidados da festa do 1º aniversário da nossa Isabel, no início do mês de Dezembro, e que provêm destas lojas.